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O que significa o valor de “mAh” das baterias

Quanto mais a mobilidade avança, mais importante vão ficando as baterias e, cada vez mais a sigla “mAh” começa a fazer parte do vocabulário tecnológico. Supostamente, um número maior ao lado destas letras significaria que a bateria dura mais, o que é bom, certo?

Não necessariamente. “mAh” significa “miliampère-hora” e não é uma medida de energia, nem de qualidade, nem de duração da bateria. De uma forma mais resumida, ela significaria a capacidade de armazenamento, o que indica que uma bateria com um maior número de “mAh” é mais resistente do que uma com um menor valor.

Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

Mas essa é uma forma muito simplista de observar o significado. Entrando em um aspecto mais técnico, a medida está relacionada com a quantidade de tempo que a bateria é capaz de suportar uma determinada corrente. E isso está diretamente relacionado ao consumo do aparelho.

Explicando: uma bateria com 2.000 mAh conseguirá abastecer um celular, por exemplo, que consuma 200 mA por até 10 horas. Uma bateria de 3.000 mAh, que teoricamente tem mais capacidade, por sua vez, abastece um aparelho de 350 mA por cerca de 8 horas e meia.

Portanto, de nada adianta ter uma bateria com uma supercapacidade se o aparelho consumir energia demais. E o consumo regrado de bateria passa por escolhas de design inteligentes.

Processadores ultrarrápidos podem ser práticos para usabilidade, mas tendem a gastar mais bateria, assim como telas de alta definição, que também são fatores decisivos para que sua bateria seja sugada. Os softwares também são extremamente importantes nessa questão, porque eles definem a quantidade de processamento que seu dispositivo precisa utilizar.

Então é importante saber: um valor maior de “mAh” realmente define uma bateria mais capaz, mas isso não significa que um celular vai permanecer funcionando por mais tempo que outro só porque a fabricante anuncia um valor maior. Outros fatores de hardware e software precisam ser considerados antes de ser estabelecida a duração de sua bateria.

Fonte: Olhar Digital

Google lança ferramenta gratuita para desenvolvimento em HTML 5

O Google anunciou ontem (30) uma nova ferramenta que deve ajudar a popularizar o HTML 5. O serviço, chamado de “Web Designer”, foi liberado para uma etapa beta aberta para o público em geral, e disponibilizado para usuários de Mac e Windows.

A empresa considera que se trata de uma ferramenta de design de qualidade profissional, e é indicada, principalmente, para a criação de anúncios em HTML 5 para mobile e desktop. O Google considerava que até hoje, os anunciantes não tinham as ferramentas necessárias para desenvolver conteúdo para as experiências cross-screen. O Web Designer supriria esta carência.

(Reprodução)

(Reprodução)

Apesar deste direcionamento para a publicidade, de forma que os layouts padrão são para o DoubleClick e AdMob, não há nada que impeça o usuário de criar páginas e animações para outros propósitos. Alguns recursos estão disponíveis apenas para anúncios, mas o Google planeja expandir as ferramentas para outros propósitos no futuro.

Trata-se de uma ferramenta visual, mas que também permite a manipulação livre do código, que também permite uma pré-visualização das criações em cada navegador instalado na máquina.

O Web Designer conta com ferramentas tradicionais e inclui até mesmo uma caneta para desenho livre e uma timeline para criação de animações, entre vários outros recursos.

Outras empresas oferecem ferramentas semelhantes, como o Adobe Muse e o Reflow, mas com um serviço gratuito, o Google coloca pressão no ambiente de desenvolvimento em HTML 5.

Para acessar o Google Web Designer, clique aqui

Abaixo você assiste um vídeo demonstrativo:

Com informações do OD

Passei Direto: o novo sucesso entre Estudantes

Mais de 150 alunos da Universidade Federal do Acre (UFAC) já estão na rede social. Na Região Norte, UFAM lidera com mais de 500 acadêmicos na rede.

Uma rede social com foco acadêmico que tem a missão de criar uma nova forma de estudar: através da colaboração.  É assim que se define o Passei Direto, site que auxilia estudantes a melhorarem o rendimento na universidade.

O Passei Direto (PD) permite que os alunos compartilhem arquivos por disciplina, cronograma semestral, agenda de eventos, além de acompanharem quais colegas estão cursando quais matérias e poderem tirar dúvidas com alunos de seu curso de todas as universidades do Brasil em tempo real.

A ferramenta foi criada por alunos da PUC-Rio (Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro) e facilita o fluxo de informações entre alunos – algo que seria impossível no mundo offline – que compartilham estudos, exercícios, trabalhos e até anotações de aula.

A rede, que entrou no ar em agosto de 2012, teve tanto sucesso que, pouco mais de um mês depois, com 200 mil usuários de 40 universidades, precisou ser fechada para ser reestruturada de modo a garantir o acesso e a boa navegação à multidão que bate à sua porta. Agora, o Passei Direto acaba de abrir seu sistema para todas as universidades e alunos do Brasil. A fila de espera para utilizar o sistema era de mais de 80.000 alunos!

Aberto para todas as Universidades (Foto: Reprodução)

Aberto para todas as Universidades (Foto: Reprodução)

A equipe do Passei Direto lança novas ferramentas de acordo com a demanda dos alunos e tem o objetivo de trazer soluções para todas as etapas da vida acadêmica do aluno. O sistema – inédito no Brasil e no mundo – não possui vínculo com as instituições de ensino e é 100% gratuito.

Game PD: De Calouro a Oráculo

O PD se torna também um game em que os usuários ganham pontos por cada download do arquivo postado e por cada curtida. De acordo com a pontuação, o usuário pode sair da posição de calouro e chegar a ser oráculo.

“A gente faz o pessoal colaborar com a ‘gameficação’. O usuário posta um conteúdo, as pessoas dão um ‘like’, baixam o arquivo, e isso gera a pontuação, que vai de calouro a oráculo. Vira uma competição de colaboração”, diz André, ressaltando o caráter colaborativo do Passei Direto, que não produz conteúdo, mas organiza os arquivos postados.

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Evolução e Investimentos

Os cariocas Rodrigo, de 24 anos, e André, de 26, hoje se dedicam ao projeto mais de dez horas por dia. A equipe original de 5 pessoas cresceu para 20, e, de um servidor, a rede hoje conta com oito. Tudo isso num amplo espaço numa cobertura em Copacabana, na Zona Sul do Rio, onde fica a sede do Grupo Xangô, holding brasileira que cria e acelera startups de tecnologia, e que foi a primeira a apostar no projeto dos jovens.

A equipe do Passei Direto, com André Simões, Rodrigo Salvador (no meio) e o programador Bruno (Foto: Lilian Quaino/G1)

A equipe do Passei Direto, com André Simões, Rodrigo Salvador (no meio) e o programador Bruno (Foto: Lilian Quaino/G1)

Neste quase um ano em que o site ficou fechado para novos usuários, foram feitos investimentos em tecnologia, usabilidade e servidor, além de seguidos testes. Houve reestruturação do banco de dados, investimento na escalabilidade do sistema, aprimoramento de antigas funcionalidades e criação de novas. Os servidores saíram de um data center físico para um ambiente de computação na nuvem, o que torna possível inicializar instantaneamente centenas de servidores de acordo com a demanda.

Toda essa mudança aconteceu, segundo os rapazes, graças ao “aporte milionário” da Redpoint e Ventures, um dos maiores fundos de venture capital em atuação no Brasil, investidor do Grupo Xangô. Eles não citam o valor dos investimentos.

Como surgiu o Passei Direto?

Formado em comunicação social, e com pós-graduação em gestão de negócios, Rodrigo, que cursa agora administração de empresas na PUC-RJ, teve a ideia de criar a rede social com foco acadêmico e criou um site com o nome pouco atraente de Campus Virtual. Mas o site estava ruim, reconhece, e ele precisava de um sócio com bons conhecimentos de tecnologia não só para alavancar o site, mas também para, juntos, tentarem o apoio da 21212, aceleradora de startups, que abria seu processo seletivo.

A equipe do Passei Direto analisando o movimento do site (Foto: Lilian Quaino/G1)

A equipe do Passei Direto analisando o movimento do site (Foto: Lilian Quaino/G1)

Um amigo o apresentou a André, que cursa engenharia de computação também na PUC-RJ, e que também tinha um site de relacionamentos com foco acadêmico. Nasceu o Passei Direto, cujo projeto chegou a ser aprovado para ser acelerado pela 21212. Mas eles optaram pelo Grupo Xangô, que se interessou pelo projeto e ofereceu o seed capital. O início, segundo Rodrigo, foi bizarro.

“Primeiro a gente divulgou entre os alunos da PUC e, em poucos dias, um terço da universidade já estava cadastrada. De forma despretensiosa, expandimos para outras universidades. Aí foi uma coisa viral absurda, teve dias em que registramos 30 mil cadastros e 210 mil visitas”, conta.

Foi aí que eles decidiram fechar o sistema, ficar com 40 universidades, para preparar a volta em alto estilo tecnológico.

Versão Mobile e expansão para o Ensino Médio

Os rapazes anunciam para outubro a versão mobile do PD, para iOS e Android. E têm o plano audacioso de expandir o acesso à rede a usuários não vinculados a universidades, para que todos possam se beneficiar do conhecimento arquivado no banco de dados. Outra etapa do projeto é abrir o PD para o Ensino Médio.

Acesse o Passei Direto e descubra uma nova forma de estudar, que está dando muito que falar nos corredores das universidades: www.passeidireto.com.

Com informações do G1 e  Administradores

Geekie Games: plataforma estudantil tem inscrições abertas

INSCRIÇÕES ABERTAS PARA A PLATAFORMA ESTUDANTIL GEEKIE GAMES

Criado para ser uma ferramenta de apoio aos alunos do Ensino Médio da rede pública de ensino, o Geekie Games abriu suas inscrições para os estudantes no último dia 31 de agosto, para testar conhecimentos e prepará-los para o Exame Nacional de Ensino Médio (Enem).

A plataforma é criada e coordenada pela Geekie, uma start up de aprendizado adaptativo que personaliza o ensino por meio da tecnologia, para que cada aluno desenvolva seus potenciais.

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(Foto: reprodução)

Como participar?

Para se cadastrar, os alunos interessados devem saber o número de suas matrículas e acessarem o site www.geekiegames.com.br, onde será efetuada a inscrição gratuitamente.

Para participar, o aluno deve se inscrever e realizar os simulados de cada uma das áreas de conhecimento do Enem, estudar na plataforma e realizar o simulado final durante a semana de 9 a 16 de outubro, que será aberto para todos os alunos, mesmo os que não estiverem utilizando a plataforma.

O aluno cadastrado passará por três etapas: exercícios voltados para as quatro áreas de conhecimento cobradas no Enem (Ciências da Natureza, Ciências Humanas, Matemática e Linguagens); plano de estudo personalizado, baseado nos seus pontos fortes e fracos e simulado final online no mesmo formato do Enem.

As atividades são voltadas principalmente para alunos do terceiro ano, mas qualquer estudante dos outros anos do Ensino Médio pode participar dos testes e do simulado final, o “Geekie Games – O desafio do Enem”, utilizando a Teoria da Resposta ao Item (TRI) como método de avaliação.

A TRI é a mesma forma utilizada pelo Enem, que dá pesos diferentes para as questões de acordo com seu grau de dificuldade. A Teoria classifica o item de acordo com três parâmetros: proficiência, dificuldade e possibilidade de acerto ao acaso, o famoso “chute”.

O Enem será realizado nos dias 26 e 27 de outubro, com mais de sete milhões de candidatos já inscritos.

Para mais informações, acesse: www.geekiegames.com.br, ou ligue para (68) 3213-2356.

Com informações da Assessoria SEE/AC

Acre possui menos tentativas de fraudes nas compras online; Amazonas lidera ranking da Região Norte

Notebook, celular e relógios seguem como produtos com alto potencial de fraudes na hora da compra

Na Região Norte, o Amazonas apresentou mais tentativas de fraudes nas compras via Internet no primeiro semestre. Seguido pelo Amapá (6,8%) e Pará (5,1%). Os que mostraram menos tentativas de fraude foram Rondônia (3,1%), Acre (3,4%) e Roraima (3,9%). Avaliação é da ClearSale, empresa de gestão de risco de fraude no comércio eletrônico.

Foto: Reprodução/Shutterstock

Foto: Reprodução/Shutterstock

Do total de vendas eletrônicas da região Nordeste, 5,6% foram suspensas por suspeitas de irregularidades ou por confirmação de fraude. Em seguida no ranking estão o Norte (5,3%), Centro-Oeste (3,9%), Sudeste (3,1%) e Sul (1,5%).

Os produtos que mais sofreram tentativas de fraudes foram notebook (6%), celular (4,7%), relógios (4%), acessórios como brincos, cintos, pulseiras (2,6%). Ainda constam nos itens de produtos: artigos de beleza como cremes, perfumes, maquiagem, secador, entre outros (2,4%). Informática (2,1%), cine e foto (2%), automotivos (2%), games (1,9%) e roupas (1,8%).

Vendas eletrônicas em outras regiões

Na região Nordeste, a Bahia foi o Estado com mais tentativas de fraude (7,8%), seguido por Ceará (7,1%), Maranhão (5,5%) e Paraíba (4,3%). Ainda nesta região, Piauí (2,8%) foi o que registrou o menor percentual de irregularidades no comércio eletrônico. Na região Centro-Oeste, está Goiás (4,8%), seguido pelo Distrito Federal (4,2%). O que mostrou menos tentativas de fraude é o Estado do Mato Grosso do Sul (1,8%).

Na região Sudeste, o Estado que apresentou mais irregularidades no comércio eletrônico no primeiro semestre foi São Paulo (3,5%), seguido pelo Rio de Janeiro (3,3%). Os que mostraram menos tentativas de fraude foram Espírito Santo (1,9%) e Minas Gerais (2%). Na região Sul, o Rio Grande do Sul foi o Estado com menos tentativas de fraude (1,5%), seguido por Paraná (também com 1,5%) e Santa Catarina (1,7%).

Com informações do Portal Amazônia.com